No Silêncio do Papel é o transbordar de todos os limites da paixão. A imagem seria a de um cálice repleto e espumante a escorrer excessos como quando se estoura a champanha. E, muito rapidamente, percebe-se que restou na taça muito menos do que aquilo que a espuma prometia quando, enfim, se evapora. Sentimentos compõem a matéria prima desta poesia-paixão contada, todavia, em versos ricos, palavras escolhidas como quem garimpa, entre cascalhos, preciosas pedras. E fabrica com elas metáforas surpreendentes: Eu quero ser mais/ mais que sonho/ Miragem no cais. Prefácio de Levi Bucalem Ferrari - Ex-Presidente da União Brasileiro de Escritores de São Paulo – UBE-SP.

No Silêncio do Papel

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